O que é advocacia preventiva?

Advocacia preventiva é o trabalho que você entrega antes do conflito: o contrato revisado antes da assinatura, o acordo de sócios antes da briga, o procedimento interno que impede o processo de nascer.

Do outro lado do balcão isso tem tamanho. Um processo custa em média cerca de R$ 94 mil para a empresa que litiga.

R$ 94 mil o custo médio de um processo para a empresa que litiga — o tamanho do problema que a avença preventiva evita (Amaral e Yazbeck, 2016, citado por Migalhas).

Só que esta página não foi escrita pra empresa que compra o serviço. Foi escrita pro advogado que vende. Aqui a preventiva é decisão de negócio:

  • onde ela atua dentro da empresa e fora dela;
  • se ela sustenta um escritório sozinha;
  • o que entra numa avença mensal;
  • quanto cobrar por um benefício que ninguém vê;
  • como prospectar dentro do que a OAB permite.

A definição vem primeiro porque é curta, tá?

O resto do guia é a parte operacional: avença, preço e captação. Os artigos institucionais de escritório não abrem isso.

Conteúdo atualizado em junho/2026.

Preventiva, consultiva ou contenciosa?

Preventiva, consultiva e contenciosa você separa pela mesma pergunta: quando o advogado entra e o que ele entrega.

Dimensão Preventiva Consultiva Contenciosa
Quando o advogado entra Antes de o risco virar problema, com o negócio funcionando A qualquer momento, sempre que a decisão precisa de análise jurídica Depois do conflito instalado, com a parte contrária definida
O que entrega Instrumento que fecha a porta: contrato revisado, acordo de sócios, política interna Análise: parecer, opinião sobre operação em curso, orientação de decisão Processo: petição, defesa, recurso, audiência
Como cobra Avença recorrente contratada antes do serviço, com escopo e ritmo fixados Por parecer, por hora ou por projeto, conforme a consulta Honorário contratual mais êxito, com o pagamento amarrado ao resultado
Exemplo típico Acordo de sócios redigido antes de o sócio querer sair Parecer sobre o enquadramento tributário de uma operação nova Ação de dissolução de sociedade depois da briga entre os sócios

No dia a dia, preventiva e consultiva se sobrepõem quase sempre. É por isso que o mercado troca os dois nomes.

A fronteira que resolve é essa: preventiva é o objetivo, o problema não acontecer. Consultiva é a forma de trabalho, aconselhar, opinar, redigir. E como preventiva é objetivo, ela cabe em qualquer matéria. Numa aula que deu no meu programa, o criminalista Eduardo Kuntz descreveu assim o trabalho de preparar um TAC no Ministério Público antes de o cliente cortar a árvore: "É uma advocacia administrativa que evita o problema penal ambiental". A matéria dele é outra, a lógica é a mesma.

Qual das duas páginas responde a tua dúvida

Esta página trata do ângulo de risco empresarial e prevenção do litígio. Se o que tu quer é a lógica do parecer e da assessoria, o desdobramento está na página de advocacia consultiva.

Quanto custa não prevenir?

Custa caro, e o número existe. São quatro indicadores do estudo Custo das Empresas Para Litigar Judicialmente, de 2016.

R$ 157,38 bilhões por ano O que as empresas gastam com processos no Brasil (2016).
Cerca de R$ 94 mil por processo O custo médio de cada litígio (2016).
Perto de 2% do faturamento A fatia da receita comprometida com a litigância (2016).
81,5% das ações em trâmite A proporção movida por empresas (2016).
81,5% das ações em trâmite no Brasil são de empresas — o tamanho do mercado que a advocacia preventiva disputa (Amaral e Yazbeck, 2016, citado por Migalhas).

Dois cuidados com esses números.

A idade do dado

Primeiro: todos são de 2016. Escreve o ano ao lado deles sempre que usar.

Segundo: eles não fecham contrato sozinhos. Repetir bilhões na frente do cliente não vende nada. O que vende é traduzir o número para o caso dele: o processo trabalhista dos três funcionários enquadrados errado, o distrato societário sem acordo de sócios, a autuação fiscal.

O número grande abre a conversa. A conta do cliente específico fecha, e ela está na seção de venda.

Onde a preventiva atua na empresa?

São cinco frentes dentro de uma empresa, e cada uma tem um entregável com nome.

Frente Risco evitado Entregável Ritmo de trabalho
Societária Distrato entre sócios que vira ação de dissolução Acordo de sócios e contrato social com cláusula de saída Por evento, na entrada de sócio e na revisão anual
Contratual Briga de interpretação com fornecedor, cliente ou parceiro Revisão e redação dos contratos recorrentes da empresa Fluxo mensal, com fila de contratos revisados por mês
Trabalhista Passivo que aparece dois anos depois do desligamento Política interna, enquadramento e rotina de admissão e desligamento Mensal, com auditoria periódica de rotina
Tributária Autuação por enquadramento ou por crédito mal aproveitado Revisão do enquadramento e do aproveitamento de crédito Trimestral, acompanhando o calendário fiscal
Dados e conformidade Sanção da autoridade de proteção de dados e vazamento Adequação à LGPD, política de privacidade e treinamento Projeto de implantação, depois manutenção anual

Agora o ponto que muda a conversa com o cliente pequeno. Elaboração de documentos, pode ser um nicho do acordo de sócios. Não estou falando de big company aqui, não estou falando de empresa grande, estou falando de escritório de advocacia que tem três sócios que quer tirar um fora.

O instrumento é o mesmo. Muda a escala.

A preventiva serve para pessoa física?

Serve, e é o mesmo trabalho com outro cliente: em vez de evitar o processo da empresa, evita a briga de herança e a perda de patrimônio. São quatro aplicações, cada uma com o entregável nomeado.

Planejamento sucessório Testamento, doação com reserva de usufruto e partilha em vida, que evitam o inventário travando o patrimônio da família por anos.
Holding familiar A estrutura societária que organiza os bens e a sucessão, com constituição e acordo entre os herdeiros.
Pacto antenupcial e regime de bens Decidido antes do casamento, tira a discussão patrimonial do divórcio.
Organização patrimonial lícita Separar o patrimônio pessoal do risco da atividade, dentro da lei.

O limite da organização patrimonial

Esse último item tem limite, e é bom dizer na cara do cliente: organização patrimonial lícita não é promessa de blindagem contra credor legítimo.

Se você já atende família e sucessões, não está entrando em área nova. É o mesmo repertório, contratado antes do problema em vez de depois. Quanto isso vale por mês, a gente vê na página de honorários.

A OAB permite advocacia preventiva?

Permite, e mais que isso: é atividade privativa de advogado.

Base legal: Lei 8.906/94, artigo 1º, inciso II

O Estatuto da OAB coloca a consultoria, a assessoria e a direção jurídicas entre as atividades privativas da advocacia, no mesmo artigo que trata da postulação em juízo. É a Lei 8.906/94, artigo 1º, inciso II.

Assessorar uma empresa antes do problema não é serviço acessório nem terreno cinzento. É advocacia, com a mesma reserva legal do processo.

Daí saem duas consequências práticas.

A primeira: consultoria jurídica prestada por quem não é advogado inscrito é exercício irregular. Isso é argumento legítimo na frente do cliente que hoje resolve contrato com modelo baixado da internet.

A segunda: como é advocacia, valem as mesmas regras de honorário, sigilo e publicidade do contencioso. Isso muda o que você pode e o que não pode fazer para prospectar. Trato disso adiante e na página de ética e publicidade.

Preventiva dá um nicho de sustentação?

Dá, desde que você recorte uma frente e transforme ela em produto. Nichos são pequenos serviços jurídicos que têm a finalidade de sustentar o escritório de advocacia até que ele tracione.

Então a pergunta certa não é se a preventiva é bonita. É se ela passa nos quatro critérios.

Honorário inicial: passa com folga. Assessoria preventiva é contratada e paga antes, sem depender de êxito de processo nenhum. Passa com folga
Demanda: passa. Os R$ 157,38 bilhões por ano gastos em processo mostram o tamanho. Passa
Simplicidade: passa por recorte, não por inteiro. Simplicidade é um conceito objetivo que deduz que a gente consiga atuar em 10 casos simultaneamente. Quem tenta entregar as cinco frentes ao mesmo tempo não consegue. Passa por recorte
Escala: passa quando o serviço vira produto repetível. Acordo de sócios, adequação à LGPD. Não passa quando cada cliente é um projeto do zero. Passa como produto
10 casos simultaneamente: o critério objetivo de simplicidade que eu uso para saber se um nicho escala.

Veredito

Preventiva sustenta escritório recortada em produto, e não vendida como pacote inteiro de assessoria completa.

Como montar uma avença preventiva?

Fecha cinco definições no contrato, porque a avença que deixa qualquer uma aberta vira trabalho infinito por preço fixo.

1

Escopo

Quais frentes entram (societária, contratual, trabalhista, tributária, dados) e quais ficam de fora.

2

Entregáveis nomeados

Quantos contratos revisados por mês, qual reunião periódica, qual relatório de risco, qual treinamento.

3

Ritmo

Mensal, trimestral ou por evento, com prazo de resposta escrito.

4

Fronteira com o contencioso

Processo que nascer apesar da prevenção é cobrado à parte, sempre. Misturar os dois é o que mata a margem.

É aqui que a margem se salva

5

Reajuste e prazo

Vigência de 12 meses, índice de correção e cláusula de revisão de escopo.

Um escopo e um entregável bem desenhados vieram do criminalista Eduardo Kuntz, numa aula que ele deu no meu programa, sobre o consultivo que ele montou para uma clínica. O escopo nasceu de uma pergunta: "Como organizar uma clínica médica para que a gente não tenha problema no atendimento com as mulheres?". A resposta virou lista de atos com nome:

Ser atendido por uma mulher, fazer o pagamento antes da consulta e ao sair da consulta assinar um termo confirmando que pagou e que o atendimento foi prestado

Eduardo Kuntz, criminalista, em aula no meu programa

Repara no tipo de coisa que ele escreveu ali. Entregável é ato verificável, não promessa de disponibilidade.

Quanto cobrar pela assessoria preventiva?

Ancora o preço em três referências e nunca no relógio.

  1. O custo do problema evitado: quanto custa, para aquele cliente, o processo trabalhista, o distrato societário ou a autuação que o contrato evita.
  2. O custo de reposição: quanto ele pagaria por um jurídico interno mínimo fazendo o mesmo trabalho.
  3. A carga real de trabalho: o que define o piso abaixo do qual a avença dá prejuízo.

Sobre essas três âncoras você escolhe um dos quatro modelos.

Modelo de cobrança Quando usar Risco para o escritório Previsibilidade
Mensalidade fixa por escopo fechado Cliente com demanda estável e frentes bem delimitadas no contrato Escopo mal escrito vira trabalho infinito por preço fixo Alta: mesma entrada todo mês, independente do volume
Mensalidade com franquia de horas Cliente com volume irregular que ainda precisa de piso mensal Controle de horas mal feito consome a margem antes do excedente Alta no piso, variável no excedente
Preço por instrumento Serviço avulso e repetível, como acordo de sócios ou adequação à LGPD Sem recorrência, o caixa volta a depender de venda nova todo mês Baixa: entra quando o instrumento é contratado
Híbrido: fixo baixo mais evento Cliente que quer entrada barata e aceita pagar por evento previsto Fixo baixo demais não paga a estrutura enquanto o evento não vem Média: piso garantido com pico por evento

E a lógica que sustenta tudo isso: como cobramos honorários iniciais, usamos esses valores para ir vivendo bem e financiando o crescimento do escritório. Avença preventiva é honorário inicial puro. Entra antes, todo mês, sem depender de êxito.

O criminalista Eduardo Kuntz contou na aula dele como precificou o consultivo para médicos:

Excelente de cobrar honorários, médico normalmente tem dinheiro, normalmente assustado. Para fazer em grupo, pulverizei o dinheiro em 25

Eduardo Kuntz, criminalista

É o caso dele, num nicho que não é o preventivo empresarial. É mecanismo, não tabela.

O aviso dele sobre preço de entrada vale igual na avença: "tentem cobrar caro desde o começo porque mudar o preço é muito difícil". A avença que entra barata pra ganhar o cliente fica barata, porque o que corrige o valor depois é o índice e o prazo que você escreveu no contrato.

Como vender o problema que não aconteceu?

Troca o abstrato pela conta do cliente. Dizer que prevenção é investimento não vende nada. São três movimentos, nessa ordem.

1

Acha a dor específica que já existe na empresa dele

Não a dor genérica do setor: o contrato de fornecedor sem cláusula de rescisão, o sócio sem acordo, os três funcionários enquadrados errado.

2

Precifica o risco daquele item

Quanto custa esse processo, com que probabilidade, em quanto tempo.

3

Coloca a avença ao lado desse número

E não ao lado do zero.

Foi assim que o criminalista Eduardo Kuntz montou o consultivo para médicos, e ele descreve o método assim: "saber se essa dor existe e organizar a solução dessa dor". A dor era concreta, o problema no atendimento às mulheres, e o serviço foi desenhado contra ela.

A objeção de preço tem resposta. O criminalista Eduardo Kuntz resumiu a dele numa frase, na aula que deu no meu programa:

ele reclama que eu sou caro eu explico para ele que de graça custa mais caro ainda muitas vezes que vale a pena investimento

Eduardo Kuntz, criminalista

A regra é dura na hora de prospectar

Sobre prospectar, a regra é dura. A OAB veda a captação de clientela e permite a publicidade informativa, pelo Provimento 205/2021 do CFOAB. Então o caminho é conteúdo, diagnóstico e indicação. Nunca abordar cliente determinado oferecendo serviço, tá?

Como a preventiva convive com o contencioso?

Convivem, e o escritório que separa as duas em caixas perde dinheiro nas duas. São três pontos de encontro.

Receita O contencioso traz o pico e a preventiva traz o piso. A avença paga a estrutura fixa todo mês e te libera para escolher quais processos aceita, em vez de aceitar todos.
Carteira O cliente de avença que sofre o processo apesar da prevenção contrata o contencioso com quem já conhece a operação dele. Esse é o contrato de honorário mais alto que existe.
Autoridade Todo instrumento que você redige vira assunto, e assunto atrai o cliente certo dentro da publicidade informativa que o Provimento 205/2021 do CFOAB permite.

Um alerta do criminalista Eduardo Kuntz, dito sobre o criminal e transferível aqui:

o caso que fecha, o de honorários fortes vai ser o da indicação

Eduardo Kuntz, criminalista

Preventiva produz indicação, porque o cliente que não teve problema atribui isso a você.

O resto do caminho está nas páginas de nicho, de honorários e de marketing jurídico deste site.

Perguntas frequentes sobre advocacia preventiva

O que é advocacia preventiva?

Advocacia preventiva é a atuação do advogado antes do conflito: revisar o contrato antes da assinatura, montar o acordo de sócios antes da briga, desenhar o procedimento interno que impede o problema de nascer.

É o oposto da contenciosa, que entra depois da disputa instalada. O Estatuto da OAB coloca consultoria, assessoria e direção jurídicas entre as atividades privativas da advocacia, na Lei 8.906/94, artigo 1º, inciso II. Então é advocacia com a mesma reserva legal do processo, e não um serviço de fronteira.

Qual a diferença entre advocacia preventiva e advocacia consultiva?

Preventiva é o objetivo, o problema não acontecer. Consultiva é a forma de trabalho que entrega isso: orientar, opinar, redigir, revisar.

Na prática do escritório os dois se sobrepõem quase sempre, e é por isso que o mercado usa os termos como sinônimos.

A fronteira útil na hora de vender: quando você fala em preventiva, comunica o benefício ao cliente; quando fala em consultiva, nomeia o serviço que está vendendo. A página de advocacia consultiva deste site desdobra o lado do parecer e da assessoria.

Quanto cobrar por uma assessoria jurídica preventiva mensal?

Ancora o preço em três referências, nunca na hora trabalhada:

  • o custo do problema que a avença evita para aquele cliente;
  • o custo de manter um jurídico interno mínimo fazendo o mesmo trabalho;
  • a carga real de horas, que define o piso.

Sobre essas âncoras você escolhe o modelo: mensalidade por escopo fechado, mensalidade com franquia de horas, preço por instrumento ou híbrido. E deixa expresso no contrato que processo que nascer apesar da prevenção é cobrado à parte.

O número em reais sai dessas três âncoras aplicadas ao cliente que está na sua frente, e não de uma média de mercado copiada do escritório vizinho.

A advocacia preventiva sustenta um escritório sozinha?

Sustenta, com uma condição: recortar uma frente e transformá-la em produto repetível.

Nichos são pequenos serviços jurídicos que têm a finalidade de sustentar o escritório de advocacia até que ele tracione. A preventiva passa em três critérios:

  • honorário inicial: a avença é paga antes e não depende de êxito de processo nenhum;
  • demanda: R$ 157,38 bilhões por ano gastos em processo em 2016;
  • escala: o mesmo serviço repetido em muitos clientes.

Quem tenta entregar as cinco frentes ao mesmo tempo perde a simplicidade, e a conta não fecha.

Como convencer um cliente a pagar por um problema que não aconteceu?

Para de vender o conceito e vende a conta dele.

Primeiro, acha a dor específica que já existe: o contrato sem cláusula de rescisão, o sócio sem acordo, o funcionário enquadrado errado. Depois, precifica o risco daquele item: quanto custa o processo, com que chance, em quanto tempo. Por fim, coloca o valor da avença ao lado desse número, não ao lado do zero.

E prospecta dentro da norma: a OAB veda a captação de clientela e permite a publicidade informativa, pelo Provimento 205/2021 do CFOAB. O caminho é conteúdo, diagnóstico e indicação.

Advocacia preventiva e compliance são a mesma coisa?

Não são. Compliance é um programa interno de conformidade da empresa: código de conduta, canal de denúncia, treinamento, auditoria. Pode ser tocado por área que não é jurídica.

Advocacia preventiva é atividade privativa de advogado, pela Lei 8.906/94, artigo 1º, inciso II, e cobre muito mais que conformidade: contrato, societário, trabalhista, tributário e proteção de dados.

Compliance é uma das frentes que a preventiva atende, não o nome dela. Quem vende as duas como sinônimo perde escopo na proposta e cobra menos do que o trabalho vale.

Quem sou eu, o Advogado Sustentável?

Sou o Vinícius Nunes, advogado inscrito na OAB/RS 109.673, fundador da VSN Advogados e criador do método Advogado Sustentável.

Meu escritório tem mais de 4 mil contratos ativos. Já investi mais de R$ 900 mil em Google Ads para prospectar dentro das normas da OAB, e mais de 11 mil alunos advogados já passaram pelo método.

Mais de 4 mil contratos ativos na VSN Advogados — a carteira do escritório que eu opero enquanto ensino.

Agora sendo honesto contigo sobre escopo. A minha autoridade é advocacia como negócio: escolher nicho que sustenta, precificar honorário, vender e captar dentro da ética.

Eu não me apresento como especialista em direito preventivo empresarial. É por isso que a parte doutrinária deste guia é factual e apoiada em lei e em fonte citada, enquanto a parte de negócio carrega o meu método.

Quem escreve sobre montar prática rentável precisa ter uma prática rentável montada. A minha bio completa fica em /autores/vinicius-nunes/.

Vinícius Nunes, advogado e criador do método Advogado Sustentável

Escrito por

Vinícius Nunes

Advogado (OAB/RS 109.673) · Fundador da VSN Advogados · Criador do método Advogado Sustentável

Advogado em Porto Alegre, construí um escritório digital ancorado em nichos de sustentação e prospecção via tráfego pago. A partir dessa prática criei o método Advogado Sustentável — hoje com mais de 11 mil alunos e R$40 milhões faturados no digital.